quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Arroz: propriedades nutricionais e uso culinário



O arroz é considerado um alimento básico, consumido por quase metade da população mundial. De origem asiática, o cereal faz parte do dia a dia dos brasileiros, seja na tradicional combinação de “arroz com feijão” ou como ingrediente para o preparo de receitas da culinária global, incluindo risotos, paellas, sushis e até sobremesas.

O arroz branco é a variedade mais consumida no país, sendo fonte de carboidratos e de vitamina B1. “Conceituado como um alimento altamente nutritivo, o arroz tem fácil digestão, possui baixo potencial alergênico e fornece energia para o corpo, por ser rico em amido. A versão integral é a mais indicada para consumo, pois contém alto teor de fibras, maior quantidade de vitaminas e de minerais”.

O arroz é frequentemente consumido combinado a outros alimentos nutritivos, como feijões, verduras, legumes, carnes, ovos e peixes. “No cozimento do arroz, costuma-se acrescentar alho, cebola, óleos vegetais e sal. Mas, também é possível variar e agregar ervas, especialmente, alecrim, salsa, cebolinha, tomilho e cúrcuma”, ensina Tatiana.

“Vale lembrar que a combinação do arroz com o feijão é bastante rica, pois os alimentos se complementam, fornecendo aminoácidos essenciais. Os aminoácidos são estruturas pequenas e quando se juntam formam as proteínas, que irão atuar na construção de músculos, pele, cabelos, ossos e atuar em diversos processos, como o de cicatrização”. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda como proporção ideal: 2 partes de arroz para 1 de feijão (50% grão e 50% caldo).

O formato e o comprimento dos grãos de arroz determinam a textura do cereal após o cozimento, indicando qual é a melhor variedade para ser utilizada em cada preparação. Conheça alguns dos mais populares tipos de arroz:

- Arbório: de comprimento médio e com alto conteúdo de amido, o arroz arbório é utilizado para o preparo de risotos. Nesse prato típico italiano, o cereal é cozido de forma lenta em um caldo à base de carne ou galinha. Uma variedade de ingredientes, como manteiga, queijo, funghi, ervilhas e frutos do mar podem ser adicionados.


- Selvagem: apesar do nome, o arroz selvagem não é um cereal, mas uma espécie de alga indígena da América do Norte. Possui o grão longo, delgado e seu sabor lembra amêndoas. Pode ser cozido e servido puro ou misturado a outros tipos de arroz.


- Basmati: produto indiano, da região do Himalaia. Sua característica principal é ficar úmido, sem grudar (ou empapar). Possui grãos longos, aroma de nozes e a tradução literal do seu nome é “rainha das fragrâncias”.


Jasmine – arroz aromático produzido na Tailândia com aroma e sabor comparáveis ao Basmati, porém com menor custo. Ideal para sushi


Parbolizado – esse arroz possui grãos tratados em água quente, sob pressão, fazendo com que os nutrientes sejam transferidos da parte externa para a interna do cereal.




Habitue seu paladar a conhecer novos sabores, texturas e consistências. Assim, fica mais fácil variar o cardápio e tornar suas refeições ainda mais nutritivas.


Caroline Frota
Nutricionista
CRN 6 - 12404

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Reeducar é fácil ??



Acredito que não. Principalmente em se tratando de alimentação. Crescemos experimentando todos os sabores. Criança gordinha - que saudável – já diziam nossas vovós. E hoje: as facilidades de encontrar vários alimentos e tantas opções, os fast foods estão em todos os lugares e com os precinhos que cabem no bolso de qualquer um, as guloseimas que encontramos em todos os cantos....Além daquela comida da mamãe e da vovó...

Com certeza deixar os hábitos antigos exige força de vontade.
Começar é uma ótima decisão e já é uma atitude digna de parabéns ! 
Continuar firme na alimentação saudável não é fácil, mas também não é impossível. 
Recaídas e tentações? Temos sim. Mas levantar e continuar. Melhor ainda.
Deixar de comer o que gostamos? Não ! É só ter moderação, controle.
Somos nós que decidimos.
Desistir jamais ! 
Um dia após o outro e vamos chegar lá ! 
Quanto mais souber sobre os alimentos, mais saberá o que faz bem ou mal pro seu corpo.
Saúde é o que buscamos. 
Queremos viver o máximo não é?Qualidade de vida também é prioridade.
Melhor ainda se puder vestir aquela roupa linda.E adorar o que ver no espelho.
Não admita que NINGUÉM coloque sua auto-estima pra baixo ! 
Respeito é bom. 
Incentivo é melhor ainda!

Por isso vou dar uma dica bem legal, para vc que está mudando seus hábitos e adora comer doces.

Que tal frutas grelhadas? Abacaxi, pêssegos e banana, maçã.
Servem como uma deliciosa sobremesa ou lanchinho. E você ainda pode acrescentar canela em pó que é um ótimo termogênico. A canela tem enormes propriedades e benefícios para nossa saúde e ajuda no tratamento das mais diversas doenças. A canela possui propriedades carminativas, antiulcéricas, estomacais e vomitivas, graças aos azeites essenciais que contêm certas propriedades que dissolvem melhor os alimentos, estimulam a salivação e os sucos gástricos, facilitando a digestão. 







segunda-feira, 8 de julho de 2013

Você conhece os benefícios da gelatina?



Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar.

A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.

Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo. 

Composição: 
A matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet , além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal, obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos. Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago, deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos intestinos.

Por que ela faz bem? 
Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões , a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante.

Pele mais firme 
Você já deve ter ouvido falar que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se, gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar: não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai funcionar. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida! 

Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura!



Em cápsulas

Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas, as gelatinas em cápsulas. Elas apresentam os mesmos benefícios da gelatina em pó, porém, as versões em cápsulas são mais eficientes para a formação de colágeno por serem pura e sem adição de corantes. Quanto à absorção, as do tipo em pó são absorvidas em maior velocidade. Sempre as utilize com a indicação de um profissional de saúde capacitado, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada organismo. 

Não existe contra-indicação para o consumo da gelatina, mas os diabéticos devem ter atenção especial para não consumirem as versões não diet . Já para os alérgicos a determinados componentes, o ideal é sempre consultar um especialista antes de consumi-la. O mesmo é recomendado para as pessoas que sofrem de insuficiência renal, para evitar sobrecargas renais. 

Garantir a saúde e a beleza do nosso corpo é uma tarefa que requer mais do que o consumo a determinados alimentos. É, sobretudo, a combinação de práticas saudáveis adotadas no nosso dia-a-dia, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, uso de protetor solar e hidratante e evitar hábitos prejudiciais à saúde como consumir cigarros, drogas e bebidas alcoólicas. Devemos sempre partir da premissa de que só quem ama é que cuida de verdade. 

Portanto, ame-se e seja feliz! 


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Diferença entre Gastrite e Refluxo




São comuns as pessoas não conseguirem diferenciar Refluxo e Gastrite, realmente a conduta nutricional em relação aos alimentos que devem ser evitados são muito parecidos, mas os sintomas das doenças são diferentes.

 Refluxo: Quando nós comemos qualquer coisa, quando a gente engole esse alimento, o esôfago (tubo muscular que vai da faringe até ao estômago) leva esse alimento até o estômago e ele é controlado por duas válvulas: o esfíncter esofágico superior que relaxa e permite a passagem dos alimentos da faringe para o esôfago e o esfíncter esofágico inferior que relaxa para dar passagem aos alimentos para dentro do estômago.
Quando a pessoa tem refluxo, esse esfíncter esofágico fica relaxado (ou seja, aberto, não se fecha depois que o alimento passa para o estômago) e ai ocorre o retorno do conteúdo estomacal. A doença do refluxo pode ocorrer devida uma inflamação e ai o quadro agrava-se para esofagite de refluxo.
Uma das principais causas da doença do refluxo é a hérnia de hiato.


 Gastrite: é uma inflamação da mucosa do estômago, que pode ser desencadeada por questões emocionais, ansiedade, estresse e má alimentação.


As gastrites podem ser:
- aguda: aparecimento súbito, evolução rápida e facilmente associadas a um agente causador como medicamentos, infecções e estresse psíquico ou físico.   


- crônica: os sintomas são mais difíceis de serem detectados, e ela pode ser desencadeada por uma série de fatores somados entre si, como a bactéria Helicobacter pylori e até mesmo a bile que o fígado descarrega na porção inicial do intestino delgado.

Dê preferência aos seguintes alimentos:
- Repolho cru – contém ativos que combatem a gastrite e funcionam como antibióticos para o combate da bactéria H. pylori;

- Iogurte – os lactobacilos agem no combate à bactéria H. pilory;

- Fibras solúveis - como aveia, grãos, maçã, semente de linhaça , semente de girassol e feijão* ajudam a proteger o revestimento estomacal.

- Alimentos antioxidantes como frutas cítricas* (conforme tolerância), vegetais flhosos*, nozes, cereais integrais entre outros;

- Pão integral light – pode absorver o excesso de ácido no estômago.

- Alho* – também funciona como um antibiótico;

- Couve – diminui a irritação da mucosa;

- Mamão- contém papaína que cicatriza a mucosa gástrica; coma-o antes das refeições principais;

- Mastigar bem os alimentos e fazer pequenas refeições com mais freqüência ajuda a digestão.

O que você deve evitar quando tem refluxo ou gastrite:

·         Ficar longos períodos sem alimentar-se, fracionar a dieta, ingerindo assim menor volume de cada vez;
·         Mastigar bem os alimentos;
·         Temperaturas extremas (muito quente ou muito gelado);
·         Café, chá mate e chá preto;
·         Excluir alimentos/preparações que contenham hortelã, menta (tais como, chá de hortelã, balas, licores, etc.);
·         Bebidas alcoólicas, gaseificadas, refrigerantes e sucos artificiais;
·         Doces concentrados como goiabada, marmelada, leite condensado, chocolate e cremes;
·         Frutas ácidas (laranja-pera, abacaxi, caju, maracujá, goiaba, limão);
·         Gorduras, como molho de maionese, creme de leite, chantilly, bacon, toucinho, manteiga, margarina e frituras em geral;
·         Embutidos como salsicha, linguiça, mortadela, salame, presunto, lombo defumado;
·         Evitar a ingestão de refeições volumosas, principalmente 2 a 3 horas antes de dormir;
·         Permanecer sentado com as costas na vertical ou em pé, pelo menos 1 hora após as refeições;
·         Atividades vigorosas após as refeições;
·         Evitar o uso de roupas apertadas, principalmente após as refeições;
·         Evitar o fumo;
·         Evitar o consumo de caldos de carne em geral, bem como os caldos concentrados;
·         Evitar alimentos picantes, crocantes duros, ou que possam lesar a mucosa, assim como os alimentos ácidos (abacaxi, laranja pera, limão, tomate, vinagre,  mostarda, pimenta, entre outros);

CUIDADO: o leite, não melhora a gastrite como muita gente acha. O leite em virtude das proteínas e do cálcio em sua composição produz alívio por certo período, mas leva a um aumento da secreção ácida, razão pela qual deve ser evitado durante a fase aguda da doença.

* estes alimentos em algumas pessoas com gastrite não são bem tolerados. Por isso a importância de se averiguar quais alimentos são adequados para cada pessoa.

Não devemos esquecer que o estresse e os maus hábitos de vida também contribuem muito para o aparecimento da gastrite. Previna-se com uma alimentação equilibrada e mudando seu estilo de vida!



Receita:   

SUCO CALMANTE
- Acalma a dor e melhora a digestão.

Rendimento: 1 porção de 80 Kcal

Ingredientes:
- 1/2 mamão papaia (150g);
- 3 folhas de repolho (30g);
- 1 folha de couve (10g);
- 2 folhas de hortelã;
- 1/2 copo de água (100ml).


Preparo: bata no liquidificador ou passar na centrífuga. Beba na hora.

sábado, 30 de março de 2013

PESCADA BRANCA


Todos já sabemos que peixe faz muito bem a saúde,que tal conhecer um pouco mais sobre a Pescada Branca, bem comum nos supermercados da cidade?

Você sabia que os peixes podem ser classificados segundo a quantidade de gordura (lípidos) que apresentam na sua composição, em peixes gordos ou peixes magros? Neste caso, a pescada é classificada como sendo um peixe magro, pois ao compará-la com um peixe gordo, como por exemplo o salmão, é possível verificar que existe uma grande diferença nos valores de lípidos.

A pescada é um peixe de água salgada e é considerada um dos melhores peixes da família Merlucciidae, devido à sua consistência, carne branca, sabor ligeiramente adocicado e pouca quantidade de espinhas, características que são apreciadas pelo consumidor e mais facilmente aceites pelas crianças.

A pescada é considerada um peixe de carne branca e por isso é caracterizada por conter baixos teores de gordura (aproximadamente 5%) e elevados teores de proteínas. Assim é uma boa opção para pessoas que se encontrem em regime de dieta. 
Comparando com os peixes gordos, a pescada possui um menor teor de ácidos gordos ómega-3, contudo contribui para a melhoria dos níveis de colesterol e permite diminuir apressão arterial diastólica e o perímetro da cintura.

Tal como é uma boa fonte de proteínas, a pescada também é rica em vitaminas e minerais. Contém uma grande quantidade de vitaminas do complexo B, como a niacina (vitamina B3)que é necessária para promover a saúde das nossas células e eliminar toxinas do organismo. Também é possível encontrar na pescada a vitamina B6 que mantem o bom estado de saúde da nossa pele, sistema nervoso e células.

Este peixe branco também possui boas quantidades de 
fósforo e iodo, que possibilitam a formação e manutenção de partes importantes do nosso organismo, como por exemplo os ossos e dentes. O selénio e o iodo são minerais importantes para o bom funcionamento da glândula tiroideia e do sistema imunitário. 


Agora que você já sabe o quanto peixe é nutritivo vou passar a receita que á é tradição na Páscoa, que Mamãe faz, o delicioso Peixe a Delícia, então não podia deixar de repassar essa dica deliciosa para vocês!!!





PEIXE A DELÍCIA

INGREDIENTES
  • 1 kg de filé de peixe (PESCADA BRANCA)
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1 copo de requeijão
  • Queijo mussarela fatiado
  • 1 cebola pequena
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 1 xícara de leite
  • Farinha de trigo para empanar
  • Ovos
  • Farinha de rosca
  • Bananas prata ou da terra fatiada
MODO DE PREPARO
  1. Tempere o filé de peixe a seu gosto. Depois de temperados, vá empanando o peixe da seguinte forma: passe na farinha de trigo, no ovo e na farinha de rosca e leve para fritar em óleo quente e que fique crocante. Unte uma travessa com um pouco de margarina e arrume o peixe frito e reserve.
  2. Rale a cebola e leve ao fogo com uma colher de margarina e deixe dourar, acrescente o leite e a farinha de trigo e vá mexendo até engrossar.
  3. No liquidificador, bata o creme de leite e o copo de requeijão e junte ao molho branco, mexa para misturar e reserve.
  4. Frite em pouco óleo ou margarina as bananas até ficarem douradas.
  5. Coloque sobre o peixe a banana fatiada, queijo fatiado e por último o molho branco misturado com o requeijão e leve ao forno tempo suficiente para derreter o queijo.
Bom apetite e Feliz Páscoa!!

COUVE-FLOR



INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS DA COUVE - FLOR

A couve-flor é uma hortaliça pertencente à mesma espécie dos brócolis.
É bastante indicada para aqueles que buscam manter uma dieta saudável e equilibrada.
É riquíssima em sais minerais como o cálcio e o fósforo e possui uma boa quantidade de vitamina C.
Possui baixíssima quantidade de sódio e pouquíssimas calorias.
Nela são encontradas as vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
Ela apresenta os seguintes sais minerais: potássio, cálcio, enxofre, sódio, fósforo, magnésio, silício, cloro e ferro.
Além de muito nutritiva, a couve-flor é um alimento de fácil digestão.
Não possui restrição e é indicada para todas as idades.


AGORA JÁ QUE VOCÊ SABE UM POUCO MAIS SOBRE A COUVE -FLOR QUE TAL INCLUIR ELA NA SUA DIETA? SEGUE ABAIXO UMA RECEITA DE COUVE-FLOR GRATINADA:


Ingredientes

·         . 100 g de bacon bem picado
·         . 4 fatias de pão de forma esfareladas
·         . 2 colheres (sopa) de margarina
·         . 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
·         . 2 xícaras (chá) de leite
·         . Sal, pimenta e noz-moscada ralada a gosto
·         . 3 colheres (sopa) de parmesão ralado
·         . 1 couve-flor média cozida
·         . 1 xícara (chá) de queijo prato bem picado

 Modo de preparo
Forre o prato do micro-ondas com papel-toalha e coloque o bacon picado. Cozinhe na potência alta por três minutos ou até ficar bem seco. Retire e reserve. Torre o pão no micro-ondas por dois minutos em potência alta. Bata o bacon e o pão no liquidificador, rapidamente, somente para esfarelar e reserve. Derreta a margarina em uma panela e junte a farinha, mexendo sempre até cozinhar. Adicione o leite, aos poucos, mexendo sempre até obter um creme. Tempere com sal, pimenta e a noz-moscada. Misture e acrescente o queijo ralado. Mexa e reserve. Ponha a couve-flor separada em buquês em um refratário. Por cima, espalhe o queijo picado. Cubra com o molho e polvilhe com a mistura de bacon e pão. Leve ao forno, preaquecido em temperatura alta, e asse até dourar.
 BOM APETITE!!




terça-feira, 5 de março de 2013

Comendo por dois! Será verdade?



Qual a alimentação correta durante a gestação?




Nada disso, crendice pura, um mito. Para a grávida, há um aumento na sua alimentação de 300 calorias diárias, durante o segundo e o terceiro trimestre de gravidez. Isso corresponde a 1 copo de leite e 1 fatia de pão integral ou 1 iogurte e 1 xícara de salada de frutas ou 1 copo de suco de frutas e 1 fatia de pão integral com queijo. O ganho de peso correto protege a mãe e traz um crescimento adequado ao bebê. De forma simplificada, considera-se que as gestantes de baixo peso ganhem em torno de 15 kg; as de peso adequado, entre 10 a 12 kg; e as com sobrepeso ou obesas, entre 6 e 8 kg.


A gestação de gêmeos leva ao aumento de 15 a 20 kg. Quando uma grávida aumenta muito de peso, a saúde da dupla mãe-filho entra em perigo. Cada caso deve ser individualizado. Porém, é clássico o conceito de que uma futura mamãe não deve engordar muito mais que doze quilos no seu período gestacional. Na gestante, o excesso de peso aumenta os riscos de diabetes, hipertensão, pré-eclâmpsia, além de inúmeras outras complicações obstétricas.


Você está gerando uma vida. Portanto, se até hoje prestou mais atenção à tabela de calorias do que ao alimento que está ingerindo propriamente dito, pense seriamente em inverter esses valores. 
Tão importante quanto o ganho de peso é a qualidade nutricional do peso que você irá ganhar. Isso porque durante a gestação há um aumento das necessidades de vários nutrientes, necessários para a formação dos componentes da gestação, para o crescimento do feto e para criar as reservas que serão utilizadas durante todo este período e a lactação. 

A deficiência de algum nutriente pode afetar o crescimento e o desenvolvimento do bebê, assim como minar as reservas da mãe. Por outro lado, a sua ingestão excessiva também pode ser prejudicial. Por isso, o equilíbrio é importante.



O que é mais importante para mim durante a gravidez?

Veja, abaixo, alguns dos nutrientes fundamentais para você e se bebê durante a gestação:

Proteínas: é fundamental para a produção das células e dos tecidos novos da mãe e do bebê. Recomendam-se 60 gramas de proteínas por dia (10 a 12 gramas a mais do que uma mulher não grávida). A dieta das brasileiras, muitas vezes, já contém quantidades excessivas de proteínas. Sendo assim, você já pode estar consumindo esta quantidade protéica adicional. Neste caso, não há necessidade de aumentar a ingestão, pois o excesso pode ser prejudicial.  
Alimentos ricos em proteínas: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilhas, grão-de-bico, nozes. 

Carboidratos: São muito importantes, pois fornecem as calorias adicionais que a gestante necessita. Se você não consumir as quantidades adequadas de carboidratos, começará a utilizar as proteínas como fonte de energia, e isso não é bom, pois devem ser poupadas para outras funções.
Alimentos ricos em carboidratos: pães, cereais, arroz, massas, batata, frutas. Os alimentos ricos em açúcares, como doces e refrigerantes, também contêm carboidrato, mas são muito calóricos e pobres em vitaminas e minerais. 

Ácido fólico: é fundamental para a formação do sistema nervoso do feto, na formação do sangue e das células. Recomenda-se o consumo de 600 microgramas de ácido fólico por dia, 200 microgramas a mais do que para as não grávidas. É possível obter as quantidades necessárias a partir de uma alimentação bem equilibrada. Entretanto, vários estudos reportam ingestão insuficiente em muitas mulheres. Para garantir que a quantidade certa esteja sendo ingerida, e, assim, prevenir malformações, os obstetras recomendam a suplementação.
Alimentos ricos em ácido fólico: folhas verdes como espinafre e brócolis, fígado, laranja, batata-doce e abóbora, alimentos integrais e legumes. 

Vitamina B12: Também atua na produção sangüínea e na produção de células novas. A deficiência de vitamina B12 é rara, uma vez que ela está presente em todos os alimentos de origem animal. As mulheres que consomem estes alimentos conseguirão facilmente receber as quantidades necessárias. Já as gestantes que consomem dieta vegetariana devem receber suplementação. Alimentos ricos em vitamina B12: carnes, peixes, aves, leite e derivados, ovos.

Cálcio: Este mineral está envolvido na formação de ossos e dentes do bebê. A ingestão diária de cálcio recomendada para as gestantes maiores de 18 anos é de 1.000 mg, o equivalente a 3 a 4 copos de leite (integral ou desnatado). Para grávidas menores de 18 anos, a recomendação é de 1.300 mg. Muitas mulheres, mesmo antes de engravidar, não conseguem ingerir as quantidades suficientes. Por isso, durante a gestação, têm mais chances de apresentar deficiências: numa dieta insuficiente, o feto utilizará as reservas maternas. Alimentos ricos em cálcio: leite e derivados, vegetais como couve, agrião, mostarda e brócolis, sardinha em lata, alguns tipos de feijão, produtos à base de soja como tofu e alimentos fortificados.

Ferro: Faz parte da hemoglobina, substância dos glóbulos vermelhos responsável por transportar oxigênio para todo o corpo. Na gravidez, mais ferro é necessário para a maior produção de hemoglobina: 30 mg por dia. Para assegurar uma adequada produção de hemoglobina, o feto recorrerá às reservas da mãe, se necessário. Além disso, a gestante também perderá sangue na hora do parto. Para evitar a deficiência de ferro, anemia e complicações na hora do parto, é importante comer, todos os dias, alimentos ricos em ferro. Muitas mulheres já iniciam a gestação com baixas reservas de ferro. Portanto, além dos alimentos, recomenda-se suplementação durante o segundo e o terceiro trimestre. 
Alimentos ricos em ferro: carnes, aves, peixes e fígado têm um tipo de ferro que é muito bem absorvido. Já as leguminosas, como feijão, lentilha e grão-de-bico, e as folhas verde-escuras, como espinafre e couve, contêm outro tipo, mais difícil de ser absorvido. Para ajudar a absorção deste ferro, consuma junto alimentos ricos em vitamina C, como frutas e sucos de laranja, limão, goiaba, acerola, caju, maracujá.

Quais são as dicas de alimentação na gravidez?

• Beba água constantemente, de 1,5 a 2 litros por dia;
• Consuma pelo menos três frutas por dia, além de legumes e verduras no almoço e jantar. Esses alimentos são ricos em fibras, que previnem a prisão de ventre, muito comum na gestação;
• Fracione as refeições em seis a oito vezes ao dia, com pequenas quantidades, e mastigue devagar. Consuma alimentos com baixo teor de gordura e evite ingerir líquidos durante as refeições, para facilitar a digestão e evitar azia;
• A carne é muito importante nesse período, por ser rica em ferro e proteínas. O ferro pode ser melhor absorvido se consumido com frutas ricas em vitamina C, como kiwi, laranja, limão, acerola, tangerina e abacaxi. 
• O uso moderado de adoçantes foi permitido para gestantes com diabetes pela Associação Americana de Dietética (ADA), que autorizou o uso de produtos à base de aspartame, acesulfame-K e sucralose, sendo considerados seguros ao bebê. O uso de adoçantes e produtos diet à base de sacarina não são recomendados, pela permeabilidade da placenta, eles podem permanecer nos tecidos do bebê.

Lembre-se que as orientações contidas aqui são gerais, não consideram casos específicos. Para uma orientação personalizada, consulte um nutricionista!